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Áreas de Atuação Belenos

Qualidade, Conteúdo e Pontualidade

Podemos dizer e mesmo experimentar que o tripé é uma das estruturas mais estáveis que temos. Alguém já viu uma mesa com três pés que seja bamba?

Por outro lado, qualquer desequilíbrio em um dos lados do tripé pode fazer toda a estrutura desabar.

Consideremos um relatório gerencial, um plano estratégico ou um detalhamento tático de uma atividade; chamaremos de conteúdo os conceitos, racional, aporte de dados, volume de informações nele contidos; por qualidade entenderemos a forma pela qual o conteúdo é oferecido – a clareza, o formato, a compreensibilidade do documento; a pontualidade será a capacidade de produzir o material com a prontidão necessária às ações sugeridas ou demandadas por ele.

Metaforicamente, qualidade, conteúdo e pontualidade compõem um tripé sobre o qual nossas atividades de planejamento e execução se apóiam. Equilibrá-los é fundamental para que os resultados não “desabem”.

De nada adianta uma extensa e completa pesquisa (conteúdo) que, por chegar fora do tempo (pontualidade) se transforma em documentado atestado de óbito para explicar o que não deu certo ou o que não se realizou.

Da mesma forma, de nada adiantará um trabalho brilhante que mais ninguém consegue acessar (qualidade), por sua linguagem encriptada ou falta de cuidado com layouts e seqüência de raciocínio que permita a outros compreenderem o que queremos comunicar.

De nada adianta gerarmos belíssimas peças, de formato sedutor e vazias de conteúdo. Ou, ainda, que sejam belíssimas e densas, serão inúteis fora de seu prazo de validade.

Se nosso foco permanece apenas no tempo, e produzimos peças descuidadas, quer em seu conteúdo ou em sua qualidade, geraremos elementos inúteis, ou ainda pior, prejudiciais ao processo de tomada de decisão.

Assim, devemos tratar esses três elementos com igual consideração, equilibrando-os no tempo, e ponderando sobre o bom ser melhor que o ótimo.

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